Passar para o Conteúdo Principal Top
Logótipo
  • Youtube
  • Issuu
  • RSS feed

Património Valpacense desperta interesse e visitas ao concelho

Lagares rupestres  1   1  1 1024 2500
Lagares rupestres  2   1  1 1024 2500
Lagares rupestres  3   1  1 1024 2500
26 Novembro 2018

O passado dia 3 de Novembro fica registado como o dia do nascimento da Associação Portuguesa de Lagares Rupestres. Um impulso que tem trazido ainda mais profissionais e curiosos ao concelho.

 

No concelho de Valpaços está identificada a maior concentração de Lagares Rupestres da Península Ibérica. Com o objectivo de promover a sua divulgação e o desenvolvimento do Concelho através da atracção de visitantes, o Município de Valpaços, com a colaboração de associações locais, nomeadamente a AVITRA e a CVRTM, promoveu no ano de 2017 a realização do I Simpósio Ibérico de Lagares Rupestres, a que se seguiram outros encontros transfronteiriços visando a troca de informações entre arqueólogos, enólogos, entre outros.

No seguimento da estratégia de desenvolvimento daquele sector, nasceu no passado dia 3 de Novembro a Associação Portuguesa dos Lagares Rupestres, com vista à preparação no futuro de uma candidatura dos lagares rupestres a Património da Humanidade.

A partir de então o interesse da comunicação social, nomeadamente dos canais televisivos com maior audiência do país, de grupos de estudantes e investigadores pela temática tem sido ainda mais frequente, o que tem merecido o acompanhamento de técnicos da autarquia e também de Augusto Lage, responsável da AVITRA e grande impulsionador do projecto.

Atento à temática tem estado também o Presidente da Câmara Municipal de Valpaços, Amílcar Almeida, que tem colocado os meios da autarquia ao dispor de visitantes e profissionais do sector. “É importante dar continuidade ao trabalho desenvolvido, valorizando e dinamizando o nosso património arqueológico e natural”, referiu.

No passado fim-de-semana, um grupo de Professores da Escola Secundária Augusto Gomes, de Matosinhos, visitaram as freguesias de Santa Valha, Valpaços Vilarandelo e Vassal, acompanhados por colegas das Universidades da Corunha e de Vigo, que ficaram surpreendidos com a diversidade e singularidade do património valpacense.