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CIMAT designa-se oficialmente por Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso
No passado sábado, dia 8 de outubro, a CIMAT assumiu oficialmente a designação de Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso, numa cerimónia pública que decorreu junto ao Posto de Turismo do Alto Tâmega e Barroso, em Chaves.
A envolvente do Posto de Turismo do Alto Tâmega e Barroso acolheu mais de uma centena de convidados para a cerimónia oficial de alteração da denominação da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega, que passa agora a integrar no seu nome o Barroso.
A abrir o evento, presidido por Isabel Ferreira, Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, esteve João Noronha, Vice-Presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT), que referiu que a escolha do local para a realização do ato “não foi por acaso”, uma vez que “este espaço congrega a promoção turística de toda a região do Alto Tâmega e Barroso, um marco identitário da nossa estratégia de colaboração entre municípios e da promoção e valorização em conjunto das potencialidades dos recursos endógenos do nosso território”.
A representar o Município de Valpaços esteve o Vice-Presidente, António Medeiros.
Marcou também presença neste evento António Cunha, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento do Norte (CCDR-N) que ressaltou a importância histórica da nova designação desta Comunidade Intermunicipal: “É um nome que une ainda mais a região, é um nome que reconcilia este território com a sua história, é um nome que neste exercício de integração deixa todos mais confortáveis e, portanto, parabéns e muitos sucessos para a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso”.
A última palavra ficou a cargo da Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional que, entre rasgados elogios à CIMAT e aos projetos que esta tem vindo a desenvolver, nomeadamente o AquaValor, fez questão de realçar a identidade do território, que “exige parcerias, exige coesão também a nível da Comunidade Intermunicipal. Nós tínhamos o Alto Tâmega, mas temos também todo este território do Barroso e, portanto, é importante agregar aqui recursos endógenos fundamentais como a água, os territórios agrícolas que são património mundial, e que deve deixar-nos a todos muito orgulhosos, assim como as energias renováveis. Portanto, não faltam a esta região recursos endógenos que podem ser aproveitados cada vez mais para afirmar a identidade de um território porque isso é que fará a diferença em termos de captação de investimento, de criação de valor e de criação de emprego”.