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Gabinete Técnico Florestal

Através de um acordo de colaboração estabelecido entre a APIF e a Câmara Municipal, foi criado o Gabinete Técnico Florestal (GTF), financiado pelo Fundo Florestal Permanente e apoiado actualmente pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas.
O GTF funciona como Gabinete de Apoio às Comissões Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios (CMDFCI).
Objectivos
- Elaboração do Plano de Defesa da Floresta Contra Incêndios;
- Apoio à Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios;
- Articular a actuação dos organismos com competências em matérias de incêndios florestais;
- Propor projectos de investimento na área da DFCI;
- Promover a sensibilização dos munícipes de acordo com o estabelecido no Plano Nacional de Prevenção e Protecção da Floresta Contra Incêndios Florestais;
- Promover a criação de grupos de autodefesa dos aglomerados populacionais adjacentes a áreas florestais e municiá-los de meios de intervenção, garantindo formação e segurança;
- Elaborar cartografia de infra-estruturas florestais e de zonas de risco de incêndio;
- Sinalizar as infra-estruturas florestais;
- Colaborar na divulgação do risco diário de incêndio;
- Aprovar planos de fogo controlado apresentados por entidades competentes;
- Apoiar tecnicamente, em situações de catástrofe ou calamidade, o Centro Municipal de Operações de Emergência e Protecção Civil.
Serviços Prestados
- Elaboração do Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI)
- Elaboração do Plano Operacional Municipal (POM)
- Actualização do Sistema de Informação Geográfica (SIG) florestal para o Concelho.
- Actualização do Inventário dos Meios de Defesa da Floresta Contra Incêndios.
- Aconselhamento Técnico em acções de arborização, exploração e outras (silvicultura);
- Esclarecimento sobre legislação de DFCI em vigor.
Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios ( PMDFCI)
O Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios é um plano de natureza sectorial de carácter obrigatório, em conformidade com o Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de junho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 17/2009, de 14 de Janeiro. Trata-se de um instrumento operacional que abrange todo o município e inclui o planeamento integrado das intervenções das diferentes entidades ao nível da prevenção, sensibilização, vigilância, detecção e supressão, intervindo estrategicamente ao nível da defesa da floresta contra incêndios.
Conforme artigo 8.º da referida legislação o PMDFCI é sujeito a revisão sempre que se justifiquem alterações aos objectivos e metas preconizados, ou alterações em elementos estruturantes do mesmo, pelo que a revisão deste instrumento foi aprovada pelo ICNF em Novembro de 2016, vigorando durante 5 anos (2016-2020).
A estrutura do PMDFCI obedece às orientações da Portaria n.º 1139/2006, de 25 de Outubro e está estruturado em dois cadernos.
Documentação
PLANO MUNICIPAL DE DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS 2016‐2020 - Aprovação do Plano
PLANO MUNICIPAL DE DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS 2016‐2020 - Caderno I - Diagnóstico
PLANO MUNICIPAL DE DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS 2016‐2020 - Caderno II - Plano de Acção
Queimas e Queimadas
- Queimas – uso do fogo para eliminar sobrantes de exploração, cortados e amontoados
- Queimadas – o uso do fogo para renovação de pastagens e eliminação de restolho e ainda, para eliminar sobrantes de exploração cortados mas não amontoados
Nemátodo da Madeira do Pinheiro
Saiba mais aqui
Legislação
Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios
DL 124 / 2006 alterado pelo DL nº 17 / 2009
Período Critico
Arborização e Rearborização com Recurso a Espécies de rápido crescimento
Licenciamentos para Mobilização
Política e Planeamento Florestal
PROF – Plano Regional de Ordenamento Florestal
A Vespa Velutina
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A Vespa velutina nigrithorax, adiante designada apenas por Vespa velutina, é uma espécie não-indígena, predadora da abelha europeia (Apis mellifera), encontrando-se, por enquanto, aparentemente circunscrita a concelhos do norte do País.
- Na primavera constroem ninhos de grandes dimensões, preferencialmente em pontos altos e isolados. Esta espécie distingue-se da espécie europeia Vespa crabropela coloração do abdómen (mais escuro na vespa asiática) e das patas (cor amarela na vespa asiática).
- Os principais efeitos da presença desta espécie não indígena manifestam-se em várias vertentes, sendo de realçar:
- na apicultura – por se tratar de uma espécie carnívora e predadora das abelhas;
- para a saúde pública – não sendo mais agressivas que a espécie europeia, no caso de sentirem os ninhos ameaçados reagem de modo bastante agressivo, incluindo perseguições até algumas centenas de metros.
- A deteção ou a suspeita de existência de ninho ou de exemplares de Vespa velutina nigrithoraxdeverá ser comunicada através de um dos seguintes meios:
- preenchimento online de um formulário;
- via Smartphone disponível no portal sosvespa.pt;
- contactar a linha SOS AMBIENTE (808 200 520). Neste caso o observador será informado do procedimento a seguir para a efectiva comunicação da suspeita;
- Deverá, sempre que possível, ser anexada fotografia da vespa ou do ninho, para possibilitar a sua identificação.
- Qualquer informação, será encaminhada para a Câmara Municipal de Valpaços, que dará o devido seguimento ao processo.
- A destruição dos ninhos deve ser feita com equipamento de protecção e seguindo as orientações constantes no Plano de Ação. Nunca usar armas de fogo (e.g. armas de caça), mesmo no caso de difícil acesso aos ninhos, pois este método só provoca a destruição parcial do ninho e contribui para a dispersão e disseminação da vespa asiática por constituição de novos ninhos.
Ficha de identificação:
Ficha de identificação – parte I
Ficha de identificação – parte II
Plano de Ação para a Vigilância e Controlo da Vespa velutina em Portugal
Fonte: ICNF (2015)