Passar para o Conteúdo Principal Top
Logótipo
  • Youtube
  • Issuu
  • RSS feed

“Campanha Laço Azul” para prevenir maus-tratos

“Campanha Laço Azul” para prevenir maus-tratos
IMG_1395
IMG_1412
image title
30 Abril 2019

A Câmara Municipal de Valpaços associou-se à “Campanha Laço Azul”, esta terça-feira, 30 de Abril, no âmbito da comemoração do mês de prevenção dos maus-tratos na infância, que se assinala em abril, através da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Valpaços, que impulsionou e dinamizou a ação.

 

Com o intuito de assinalar o mês de prevenção dos maus tratos na infância, esta terça-feira, 30 de Abril, o jardim público, encheu-se de alunos e população em geral, a quem foi feito o convite para vestir uma peça de roupa de cor azul e fazer parte do laço humano.

No âmbito do Mês de Prevenção dos Maus Tratos na Infância, cujo slogan adoptado este ano foi "Serei o que me deres... que seja Amor", a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Valpaços preparou algumas iniciativas que culminaram no laço humano, no último dia do mês, com o objetivo de sensibilizar e alertar a comunidade para a problemática.

Participaram e colaboraram, também, na iniciativa o Presidente da Câmara Municipal de Valpaços, Amílcar Almeida, a Vereadora da Educação e Presidente da CPCJ de Valpaços, Teresa Pavão, comissários da comissão restrita e alargada da CPCJ, elementos do PIICIE - Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar, da APPACDM – Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental - de Valpaços, alunos, professores e auxiliares do Centro Escolar de Valpaços e do Jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia de Valpaços.

A Campanha do Laço Azul (Blue Ribbon) iniciou-se em 1989, na Virgínia, E.U.A., quando uma avó, Bonnie W. Finney, atou uma fita azul à antena do seu carro “para fazer com que as pessoas se questionassem”. Quis mostrar a sua revolta e descontentamento relativamente aos maus-tratos que sofria a sua neta, maus tratos que já teriam morto o seu neto de forma brutal. E porquê azul? Porque apesar do azul ser uma cor bonita, Bonnie Finney não queria esquecer os corpos batidos e cheios de nódoas negras dos seus dois netos. O azul servir-lhe-ia como um lembrete constante para a sua luta na proteção das crianças contra os maus-tratos.

A história de Bonnie Finney demonstra-nos o efeito que a preocupação de um único cidadão pode ter no despertar das consciências do público em geral, relativamente aos maus-tratos contra as crianças, na sua prevenção e na promoção e proteção dos seus direitos.