Passar para o Conteúdo Principal Top
Logótipo
  • Youtube
  • Issuu
  • RSS feed

Ciclovia permitiu dotar zona nobre da cidade de infraestruturas básicas

Ciclovia permitiu dotar zona nobre da cidade de infraestruturas básicas
05 Agosto 2020

Ainda que não fosse uma prioridade para o executivo municipal, a ciclovia permitiu uma requalificação genérica dos espaços de circulação, tornando-os mais atrativos e seguros. A obra, que já está concluída, foi comparticipada em 85%.

 

Se por um lado é verdade que o Município Valpacense em momento algum tivesse projetado como prioridade a construção de uma ciclovia, não é menos verdade que se o Município não se candidatasse ao PAMUS (Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável) e aproveitasse a oportunidade para a requalificação daquela área urbana, o montante investido seria empregue noutro município.

Como não se pode perder oportunidades de investimento, entendeu a edilidade aproveitar a ideia de ligar várias artérias da cidade através de uma rede de percursos pedonais e cicláveis, que passam pela Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, Avenida Pinheiro Manso, Ribeira da Levandeira, entre outras, permitindo ao mesmo tempo, a requalificação da rede de infra estruturas básicas, como abastecimento de água, saneamento, drenagem de águas pluviais, e a oportunidade dos residentes terem acesso, por exemplo, à instalação de fibra ótica e gás natural. Algumas destas ligações eram inexistentes ou obsoletas, com várias décadas de existência, sob pena de serem custeadas, mais tarde pelo Município, na sua totalidade, pelo que o investimento de 483, 519€, financiado em 85%, não poderia ser desperdiçado, à semelhança do que têm feito muitos outros municípios na região e no país.

A obra que deixa a cidade Valpacense na vanguarda da mobilidade urbana contemplou ao mesmo tempo outras áreas de reabilitação como passadeiras, estacionamento, logística, segurança rodoviária e qualidade do ambiente, que contribuirá significativamente para tornar o espaço público mais atrativo e seguro para a fruição da população residente e visitante, independentemente da sua idade ou condição de mobilidade.