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- Água Revés e Crasto
Água Revés e Crasto
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Água Revés
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Brunhais
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Crasto
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Fonte Mercê
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Fonte Mercê
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Fonte Mercê
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O povoamento da Freguesia de Água Revés e Crasto remonta aos inícios da nacionalidade, também se devendo considerar fundada nessa altura a Igreja Matriz, em honra de S. Bartolomeu. Efetivamente, a parrochia de S. Bartolomeu de Aguas-Reveis já aparece instituída no séc. XIII, sendo indicada entre as Igrejas de Montenegro no arrolamento de 1320-1321.
Posteriormente, a abadia da Igreja foi de apresentação da Casa de Bragança.
O Cadastro de 1527 faz alusão à localidade, imputando-lhe mais de 40 fogos.
Presume-se que o concelho de Água Revés tivesse tido carta de povoação do séc. XII ou XIII, dado que, nessa altura, era uma concessão vulgar para as terras Transmontanas. Todavia, não é possível aferir se o concelho de Água Reveis teve foral velho. D. Manuel I concedeu-lhe foral, em Évora, a 12 de Novembro de 1516, mantendo-se como Vila e sede do concelho até 1836 – ano em que foi extinto, passando para o concelho de Carrazedo de Montenegro. Apenas em 1853, depois da extinção deste, integrou o concelho de Valpaços.
Judicialmente pertenceu, no princípio, à antiga comarca de Moncorvo, a seguir à de Chaves e, por fim, à de Valpaços.
Urge uma pequena referência a Crasto que, antigamente, era uma freguesia independente, tendo sido curato anexo à Reitoria de Carrazedo de Montenegro, que apresentava como vigário anual, o seu pároco.
Água Revés tem o privilégio de possuir um Pelourinho classificado, desde 1953, como Imóvel de Interesse Público, que se situa no centro da povoação e que se pensa ser bastante posterior à outorga do foral.
Na povoação existem, ademais, algumas casas solarengas, das quais se destaca a da família Sampaio e Cunha, cuja Capela, dedicada a S. Caetano, é uma transposição para a pedra da exuberância do estilo Barroco, tendo sido fundada em 1737. Acresce mencionar que a sua fachada ostenta a pedra d’armas do seu doador – Manuel Mariz Sarmento.
Fonte:
- “Monografia de Valpaços”, A. Veloso Martins, 2ª edição, Dez. 1990, edição da Câmara Municipal de Valpaços
Saiba mais em obras disponíveis na Biblioteca Municipal de Valpaços, nomeadamente:
- “Moinhos, vol. 2”, “Fontes de Abastecimento de Água – vol. 1”, “ Geomonumentos – 2ª edição”, “Relógios de Sol”, “Chaminés”, “Corpus dos Petróglifos do Concelho de Valpaços”, “Carta Arqueológica”, todos de Adérito Medeiros Freitas;
- “Valpaços Património Artístico”, de Roger Teixeira Lopes;
- “Valpaços-Lo-Velho”, de José Lourenço Montanha de Andrade;
- “Monografia de Valpaços”, de A. Veloso Martins
- “As Freguesias do Distrito de Vila Real Nas Memórias Paroquiais de 1758”, de José Viriato Capela, Rogério Borralheiro e Henrique Matos;
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Informações úteis
Área da freguesia: 20,10 Km2
Número de habitantes: 342
Aldeias anexas:
- Crasto
- Brunhais
- Fonte Mercê
Distância a Valpaços: 9 Km
Orago: S. Bartolomeu
Festas e Romarias:
- São Bartolomeu (24 de Agosto)
- Santa Rita (Agosto)
- Nossa Senhora da Expectação (Agosto)
Colectividades:
- Associação Cultural e Recreativa de Água Revés
- Associação Cultural e Recreativa de Fonte Mercê
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Património cultural edificado
- Igreja Matriz
- Pelourinho de Água Revés e Crasto (classificado como Imóvel de Interesse Público, através do Decreto n.º 39175, de 17 de Abril de 1953).
- Casa dos Sampaio Cunha e Capela de S. Caetano (imóvel em vias de classificação)
- Capela de Santo Amaro
- Capela do Salvador
- Solar do Crasto
- Fontes de mergulho (Fonte de S. Pedro; Fonte de S. João; Fonte dos Namorados, em Crasto)
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Outros locais de interesse turístico
- Lugar do Alto do Concelho
- Lugar do Calvário
- Cerca dos Mouros (castro)
- Fraga das Passadas (gravuras rupestres)
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Constituição e dados da Junta de Freguesia